
blasojaiosoha
Hey geeks! Aqui vou eu com mais um post interessante (ou não) para vocês. Ah, gostaria de avisar aos nossos queridos leitores que este post não é recomendado para fanáticos religiosos, e continue por seu próprio risco.
Então vamos começar, ... Bem, não sou religiosa, muito menos cristã, sou agnóstica (deísta). Uma das coisas que mais me irrita são pessoas tentando me converter, já que em contrapartida não fico tentando induzi-las a seguirem o agnosticismo. Resumindo: whatever.
Esses dias estava por aí na internet procurando coisas para ps3 e acabei parando em um site batista, onde havia uma promoção, digamos que... peculiar. Eis o site: http://www.landoverbaptist.net/PS3.htm Para os pobres mortais que não falam inglês, vou explicar-lhes o ocorrido. (Aos demais, que continuem na gargalhada.)
É um site de uma Igreja Batista americana que diz que dará Playstation 3 para as crianças pobres, DE GRAÇA. Então começam a dizer os procedimentos:
Tradução: diga a Jesus que você odeia seus pais e que você prefere ter Ele como seu pai. Peça a Ele que perdoe seus pecados e que lhe cubra com seu sangue (você verá muito sangue na sua TV quando estiver jogando GTA3!).
Tradução: encontre um cartão de crédito do seu pai ou da sua mãe (um cheque em branco é sempre melhor!).
Tradução: ligue para o escritório da nossa igreja e nós lhe forneceremos simples instruções sobre como usar o cartão de crédito de seus pais para trocar pelo amor oferecido pelo longo do telefone. Não se preocupe se você não conseguir encontrar um cartão de crédito. Nós podemos ensiná-lo a usar o cheque de seu pai para um saque automático (que lhe fará entrega gratuita e como extra, um jogo!).
Tradução: se os seus pais lhe perguntarem onde você arranjou seu novo PlayStation 3, apenas diga que o seu Senhor e Salvador, Jesus Cristo, lhe entregou pelo Serviço Postal dos E.U.A em troca da sua alma.
AIUSHAHSIAUHSIUAHISUHAIUSHIAUHSAIUHSIHAIUSIAUHSIAHSI...
(Para quem ainda não entendeu: NÃO ENCHA OS OLHOS, GEEK!!! Não passa de um golpe, ou apenas uma brincadeira de um cracker maldito que me fez ter esperanças de ganhar um segundo ps3 pra depois vender e comprar mais jogos xD.)
Ai ai, esses crackers sempre alegrando nosso dia, o que faríamos sem eles? (Ficaadica!)
Andrew Lloyd Webber editou um livro que era realmente meio sem pé e nem cabeça e transformou no musical mais bem sucedido da história, que já está há mais de vinte anos em cartaz e rende milhões e milhões por ano, tanto que foi o próprio Andrew que pagou os noventa e seis milhões de dólares gastos no filme de 2004, também, o ingresso mais barato custa oitenta e quatro dólares... O número de funcionários que trabala durante a troca de cenários é... Absurdo, e os efeitos de som... São maravilhosos, quando o fantasma fala, a voz saia de lugares diferentes cada vez para parecer que ele está entre a platéia, e quando lustre despenca todo mundo tem a sensação de que vai ser ali bem em cima deles... Foi o que eu ouvi dizer... As músicas são absolutamente lindas e todas foram escritas durante o casamento de Andrew com Sarah Brightman(Uma cantora de ópera famosa e que foi a primeira a interpretar a Christine no musical)na verdade foram praticamente feitas para ela. Elas são tão viciantes que não se consegue parar de cantarolar-las o dia todo, principalmente Masquarade que você fica assobiando o tempo todo e The Phantom of the Opera, que você fica o dia todo fingindo ser um órgão e fazendo 'tãããããã, tã, tã, tã, tããããããã' pra lá e pra cá.
Vou fazer um pontos altos e baixos da versão de 2004 porque é a que eu posso falar melhor pelo fato de já ter visto nove vezes :D
Pontos altos:
· Fotografia
· Efeitos sonoros
· Sonoplastia
· Cenário
· Figurino
· As atuações
· A voz dos atores
· A coreografía de Masquarade
· A cena do espelho quando começa a tocar The Phantom of the Opera
· A cena de The Music of the Night, céus, nunca vi tanto charme destilado em meros cinco minutos, o resto do filme poderia ser uma porcaria, que seria salvo por essa cena, porém...
· The Point of no Return é a cena onde há maior sensualidade, o cenário, as cores do fogo como se consumisse o palco, as transparencias na roupa da Christine, a roupa que acompanha o contorno do corpo do Erick, a leveza e ao mesmo tempo o desejo com que os dois se tocam...
· A cena do Lustre
| Masters Of Horror |
| Ano: 2005 |
| País: EUA |
| Gênero: Terror (oh, rly?) |
| Criador: Mick Garris |
| Episódios: 26 |
| Temporadas: 2 |
| Baixar: RMVB - 160MB - :aqui: |
O hiragana se trata de um alfabeto usado para escrever qualquer palavra de origem japonesa. Podemos escrever em japonês, palavras apenas com o hiragana, ou com hiragana e kanji (o kanji atuando como radical da palavra), e em verbos, o kanji sendo radical, e o hiragana a parte que determina o tempo verbal.
(Para conhecimento histórico: dizem que o hiragana surgiu pelo século IX no período Heian com a necessidade das mulheres de se comunicarem através da escrita, mas como elas não podiam aprender a escrever formalmente, já que era só para os homens, tiveram que criar formas de kanjis simplificadas. Mais tarde ficou sendo apenas um alfabeto que representava sons)

O katakana também é um alfabeto simplificado, mas diferentemente do hiragana, é usado para escrever em japonês palavras estrangeiras. NUNCA se usa em uma mesma palavra katakana e kanjis. Então, como funciona a “tradução”? É simples, dentre os logogramas existentes, você adapta a palavra estrangeira para o katakana usando a fonética. Ex: yōroppa-> Europa, intānetto->internet, nyū yōku-> New York ...
(Para conhecimento histórico: o katakana começou a surgir durante a Era Meiji séc XIX, quando o Japão abria seus portos para o exterior. Foi havendo uma necessidade de escrever em japonês palavras estrangeiras, então tiveram que criar este novo alfabeto)

Ou seja, se você encontrar ideogramas simplificados no texto, que sejam hiragana ou katakana, a língua que você está lendo vendo é japonês.

Então, se você não encontrar hiragana, katakana, nem círculos no texto, você está vendo a escrita chinesa.
O hangul é um alfabeto propriamente dito, já que diferentemente do hiragana e do katakana (japoneses), é constituído de vogais e consoantes que juntas formam sílabas.
(Para conhecimento histórico: o hangul foi inventado na dinastia do Rei Sejong por volta de 1214, que encomendou o alfabeto a universitários, pois até então na Coréia só se usava o hanja - caracteres chineses. Este alfabeto foi rejeitado no começo por letristas que achavam mais sofisticado usar os caracteres chineses e só se popularizou no começo do século XX, com a chegada da educação em massa na Coréia)
Por fim, se você vir círculos no texto, é coreano que você vê!
Agora, a minha parte eu já fiz, cabe a vocês acharem utilidade para isso! xD